quinta-feira, 18 de junho de 2009

Pra bobo ver e crer


aprenda a prender
apreenda a perder;

Compreenda a perceber
compre a emenda.

terça-feira, 7 de abril de 2009

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O que eu faço com o amor que ainda tenho por você?

- Pensei em por no bolso e pus, e sempre esbarra no chaveiro que faz barulho.
Deitei, olhei pro teto, meu olhos fugiram pruma parede cheia de recordações.
Levantei, abri a carteira, pra ver quanto dinheiro e até onde posso ir, me deparei com fotos.
Voltei, fechei os olhos, e o chaveiro esbarrou nos meus pensamentos que me lembram o barulho. E você já leu no meu blog que eu me assusto com barulho?

pra vc que tbm gosta de ler:
http://www.pensador.info/autor/Arnaldo_Jabor/
achei esse link semana passada...'complete'

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Foto: uma manhã em Vitória - ES, indo pro trabalho.

- ah! como é calmo acordar cedo e ir pro trabalho com esse cenário no fundo.

domingo, 5 de abril de 2009

Estranhando a sensação de nada ter a dizer aqui.
Há 2 minutos. Olhando pro monitor e nem um dedo se pôs pronto a digitar - alguma idéia repentina.
Sobre o que escrever?
Casinha de sapê do Kid Abelha, ou sobre meninos e meninas espalhadas por aí que sempre desenham casinhas únicas de forma simples?
(pus o desenho ali em cima e me ajudou nao sei com o que, ainda...)
Sabe-se lá o por quê ou em que idade. Mas o meu, é que sempre desenhei a casinha que eu queria ter, conforto, família, felicidade, sem muros, sempre limpa e com umas árvores que caem folhas no outono e ficam marrons sobre a grama.
- hum...não. Esse assunto não vai render...

Onde ficam essas casas, numa manhã que alguém lhe diz:
Menino sumido! - e a pessoa cantarola - "Minha vida é andar por este país..." (risos) por quê sumiu??

Numa dessas armadilhas de palavras do cotidiano, é que me pego pensando por onde andei...e percebo o silêncio que há dentro de mim, me cercando com uma dorzinha de cabeça daquelas que é só, o seu ego gritando, ou sua pseudo-consciência¹ pedindo:
Não fale nada, não fale nada, não fale nada.

- AH! que isso, nem sumi tanto assim, é a vida né?! estudando, trabalhando, enfim, batalhando...e você o que tem feito?

Pronto, fui chamado pelo gerente do lugar e a conversa do gênero "oi tudo bem?!" teve sem fim e ainda bem. A primeira fuga do dia, sem ter sido preso ou perseguido.

Já de noite a reflexão toma conta.
Não sei se todo mundo é assim, mas chega o fim do dia e eu me coloco a pensar já deitado, antes de durmir, sobre o que aconteceu no dia...os erros, acertos, conversas fiadas entre outras coisas.
Péssimo, me coloquei em outra armad-ilhazinha², mas dessa vez fui preso por mim dentro da minha casinha.





1 - não entendo tbm, a forma que quiser interpretar está ótima.
2 - surge entao uma nova palavra com hífen unindo, armadilha + ilhazinha = armad-ilhazinha.
Dando um tom de diminutivo porém com um sentido imbutido muito oculto que...só froid explicaria; ou não.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008



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Qual a razão de minhas palavras serem dúbias e rebruscadas, cheias de segredos reais e imparcialidades sentimentais?

Por que tanta pergunta do óbvio, tanta desculpa do ócio? Começando como simples e frustradas tentativas de traduzir o que vêem minhas retinas cansadas e molhadas, o que detectam os tímpanos machucados e atentos.

Exatamente o mesmo vazio chato, forçoso. Repetidamente falta, saudade, solidão. O calar no escuro, a falta de ar, o disparo do coração.

Não sei se sou a mesma pessoa ao acordar, pois dependo de quem eu era antes de adormacer. Mas mesmo mudando tanto a toda hora, o intrigante é o fato de sempre me sentir eu mesmo.

Eis aqui uma mente redundante, uma mente "moto-continuada", que procura iscessantemente fazer-se precisa e fugaz. O corpo no qual essa mente habita, aflito com tanta incerteza, acaba encontrando artimanhas ilimitadas para manter-se completo e entrar em harmonia com sua complexa inquilina.



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this wait drive me crazy.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008


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tristeza
não adianta.
abre o peito,
canta!
se está na cama
se levanta.
acorda,
rola,
cai.
não enrola
que a hora
é agora.
a beleza
está lá fora -
vãobora,
sai!
porque depois é nunca,
é muito tarde.
é um alarde
de covarde
sem apreço
sem começo
é mais um dia
que se
vai...


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